Na vida podemos fugir de tudo consciente e inconcientemente, exceto de nós mesmos e dos olhos de Deus.
O pior é que somos os nosso maiores perseguidores, aonde quer que estejamos, o que quer que façamos, nenhum esconderijo é por demais suficiente para nos libertar de nós mesmos.
Mais cedo ou mais tarde ela aparece, aquela voz que vem lá não sei de onde, lá das entranhas, das profundezas de nós mesmos nos cobrar. Por isso é desnecessário fazer vistas grossas, varrer o lixo para debaixo do tapete, não tomar atitudes, não fazer escolhas quando chega o momento crucial, porque, quando esse momento chega é porque você precisa passar por ele, enfrentá-lo e resolvê-lo, ainda com a alma em chagas.
Mas o mais interessante de tudo isso é que no final da batalha externa ou interna é que um sentimento de paz lhe afaga a alma, mostrando o quanto fortes nós somos.
Então como diz Oswaldo Montenegro: "Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio".
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Você está corretíssima: não adianta fugir. Texto muito legal. Mensagem muito coerente. Muito bom.
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